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Biocompatibilidade

Escrito por Super User. Publicado em Biodonto

Quando falamos de Biocompatibilidade, falamos de prevenção, de integralidade e integratividade, no sentido amplo, de não nos preocuparmos apenas no uso do material ( FDA), mas também, como usamos e em quem usamos. Por exemplo, quando confeccionamos uma prótese fixa em ouro (altamente biocompatível) temos o cuidado de verificar que esta não esteja em oclusão ou adjacente a restaurações de amálgama, para não aumentar o nível de corrosão e liberação de vapores tóxicos de mercúrio e outros metais pesados. Quando fazemos reabilitações em pessoas com problemas de perdas ósseas e/ou articulação temporo mandibular procuramos usar cerâmicas especiais, mais macias, ou material policerâmico que absorve melhor o impacto da mastigação.

O cirurgião-dentista é um profissional que atua numa área que pode envolver todos os cinco sentidos: Audição, Tato, Visão, Paladar e Olfato. Por exemplo, alterações no seio maxilar, no canino ou nas deformações do espaço dentário podem causar problemas visuais, sinusites, assim como gengivite e processos inflamatórios apicais, que podem afetar coração e rins. 

A Odontologia Biológica, se baseia no uso de materiais não tóxicos; por exemplo, focaliza na existência de focos infecciosos "silenciosos" que sobrecarregam o sistema imunológico (processos periapicais, cavitações), desalinhamento dentário e facial. Assim como preconiza o uso de procedimentos não invasivos.

Problemas de articulação têmporo-mandibular (ATM) ou hiperfunção do masseter podem causar problemas auditivos,como labirintite, zumbidos(tinnitus), dores de cabeça, dor cervical e afetar outros órgãos à distância.

Rudolf Steiner em Conferência de 25 de Março de 1920, em Dornach, dizia: "seria de extraordinária importância se fosse conseguido que os dentistas explicassem seu conhecimento do sistema dentário... e fosse entregue uma espécie de "signatura" ao médico chamado a curar um caso específico de enfermidade...".